Pastor Oliveira Assunção
Alexsandro Oliveira de Assunção · nasceu em 1973
Pastor Oliveira Assunção disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Mato Grosso do Sul), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 33 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado estadual · Mato Grosso do SulMDB 15318· centrosuplente14.354 votos; 26º mais votado de 172 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pastor Oliveira Assunção teve 14.354 votos para deputado estadual, 1,2% dos votos válidos do estado: 26º lugar entre 172 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. Campo Grande deu 61,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Pastor Oliveira Assunção declarou ao TSE R$ 169 mil em receitas, em reais de hoje.
2006 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Andre Puccinelli 15-MsR$ 103,8 mil61,3%
- Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 65,5 mil38,7%
- Próprio bolsoR$ 30< 0,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 7.4164,4%
- EscritórioR$ 5.3213,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2006
Mediana da disputa: R$ 60,2 por voto. Quem venceu, Jerson Domingos, gastou R$ 29 por voto. O voto mais caro custou R$ 208; o mais barato, R$ 29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedrossian Filho MDBR$ 1,3 milhão · 6.140 votosR$ 208
- Ricardo Bacha CIDADANIAR$ 1,2 milhão · 6.240 votosR$ 195
- Dione Hashioka PSDBR$ 2,2 milhões · 19.843 votosR$ 113
- Semy Ferraz PTR$ 858 mil · 9.135 votosR$ 93,9
- Marun MDBR$ 2,1 milhões · 24.069 votosR$ 88,2
- Pedro Teruel PTR$ 1,4 milhão · 15.818 votosR$ 87,2
- Marcio Fernandes PRTBR$ 809 mil · 9.708 votosR$ 83,4
- Paulo Correa PLR$ 2,5 milhões · 32.501 votosR$ 76,7
- Dirceu Lanzarini PLR$ 1,7 milhão · 24.967 votosR$ 67,7
- Onevan De Matos PDTR$ 2,3 milhões · 33.831 votosR$ 66,7
- Celina Jallad MDBR$ 1,3 milhão · 19.794 votosR$ 66,4
- Sinval Martins PANR$ 622 mil · 9.557 votosR$ 65,1
- Ary Rigo PDTR$ 2,2 milhões · 34.767 votosR$ 64,2
- Amarildo Cruz PTR$ 1,1 milhão · 17.930 votosR$ 61,7
- Zé Teixeira DEMR$ 1,7 milhão · 28.696 votosR$ 60,7
- Ribeiro PRTBR$ 536 mil · 8.906 votosR$ 60,2
- Londres Machado PLR$ 2,2 milhões · 37.797 votosR$ 58,8
- Eder PDTR$ 566 mil · 9.831 votosR$ 57,5
- Arroyo PLR$ 1,6 milhão · 27.286 votosR$ 57
- Akira Otsubo MDBR$ 1,2 milhão · 22.266 votosR$ 54,7
- Tita MDBR$ 771 mil · 14.718 votosR$ 52,4
- Joao Carlos Krug PSDBR$ 558 mil · 10.912 votosR$ 51,2
- Youssif MDBR$ 1,4 milhão · 27.118 votosR$ 51,1
- Coronel Ivan PSBR$ 538 mil · 11.980 votosR$ 44,9
- Junior Mochi MDBR$ 1,1 milhão · 25.691 votosR$ 43,2
- Reinaldo Azambuja PSDBR$ 1,9 milhão · 47.772 votosR$ 40
- Antonio Braga PDTR$ 653 mil · 18.333 votosR$ 35,6
- Marquinhos Trad MDBR$ 1,3 milhão · 35.777 votosR$ 35,5
- Paulo Duarte PTR$ 1,5 milhão · 42.107 votosR$ 35,1
- Jerson Domingos MDBR$ 938 mil · 32.352 votosR$ 29
Votos por real
- 2006, deputado estadual: 85 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.