Apuração
Deputado federal · 2006 · PTB

Pastor Milton Cardías

Antônio Milton Cardías · nasceu em 1948

Pastor Milton Cardías se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Dep. federalPartidoPTB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 58 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1441· centro-direita
    suplente14.262 votos; 73º mais votado de 279 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1441· centro-direita· na urna, Pastor Milton Cardias
    suplente40.804 votos; 48º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pastor Milton Cardías teve 14.262 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 73º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 335 cidades. Panambi deu 14,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 48,7%.

14.262 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.262 votos.
  1. Panambi (RS)2.114 votos14,8%
  2. Parobé (RS)687 votos4,8%
  3. Esteio (RS)491 votos3,4%
  4. Porto Alegre (RS)461 votos3,2%
  5. Caxias do Sul (RS)447 votos3,1%
  6. Outras 320 cidades7.311 votos51,3%
As outras 1 eleições para deputado
40.804 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 40.804 votos.
  1. Panambi (RS)4.240 votos10,4%
  2. Porto Alegre (RS)2.699 votos6,6%
  3. Caxias do Sul (RS)1.576 votos3,9%
  4. Novo Hamburgo (RS)1.555 votos3,8%
  5. Palmeira das Missões (RS)999 votos2,4%
  6. Outras 433 cidades23.197 votos56,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Pastor Milton Cardías declarou R$ 668,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 668,5 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 224.150 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2006.

  • Pastor Milton CardíasR$ 668,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 301,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 668,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pastor Milton Cardías declarou ao TSE R$ 127 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 85 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PTB · suplente

De onde veio

R$ 85,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 85,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 59,3 mil69,4%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Ptb-RsR$ 25,6 mil29,9%
  3. PessoasR$ 5930,7%

Para onde foi

R$ 85,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 85,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Mh Combustiveis LtdaR$ 23 mil26,9%
  2. PessoalR$ 3.3814%
  3. ServiçosR$ 1.4241,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Manuela, gastou R$ 3,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,2; o mais barato, R$ 3,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 167 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 980 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.