Pastor Leonardo
Leonardo Simoes · nasceu em 1978
Pastor Leonardo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2012), SOLIDARIEDADE (2014), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloSOLIDARIEDADE 77200· centro-direita· na urna, Pastor Leonardo Simõessuplente3.266 votos; 508º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Pastor Leonardo teve 3.266 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 508º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Olímpia deu 49,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pastor Leonardo declarou R$ 53,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 25,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Pastor LeonardoR$ 53,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pastor Leonardo declarou ao TSE R$ 421 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 402 mil, 0,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Olímpia (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,6 mil85,5%
- PartidoR$ 1.35911%
- Outros candidatosR$ 4343,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.53069,3%
- PessoalR$ 2.59121%
- ServiçosR$ 1.1619,4%
- EscritórioR$ 290,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Olímpia (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,5 por voto. Quem venceu, Gustavo Pimenta, gastou R$ 17,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,5; o mais barato, R$ 15,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vitor Da Tribbus Som PRPR$ 15 mil · 202 votosR$ 73,5
- João Magalhães MDBR$ 26 mil · 640 votosR$ 41,2
- Flavio Olmos DEMR$ 31 mil · 838 votosR$ 37
- Guto Zanette PSBR$ 18 mil · 642 votosR$ 27,8
- Dr. Selim PTBR$ 20 mil · 836 votosR$ 23,9
- Sargento Tarcisio PRPR$ 14 mil · 604 votosR$ 22,9
- Niquinha AVANTER$ 20 mil · 894 votosR$ 22,5
- Salata PPR$ 15 mil · 682 votosR$ 21,4
- Xuxa DEMR$ 13 mil · 624 votosR$ 20,2
- Cristina Reale PLR$ 17 mil · 874 votosR$ 19
- Gustavo Pimenta PSDBR$ 24 mil · 1.419 votosR$ 17,2
- Marcão Coca CIDADANIAR$ 13 mil · 831 votosR$ 15,2
Votos por real
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 8,1 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.