Pastor Jonas
Jonas Francisco da Costa · nasceu em 1957
Pastor Jonas se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · AcrePSB 4060· centro-esquerdanão eleito7.317 votos; 12º mais votado de 66 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Pastor Jonas teve 7.317 votos para deputado federal, 2,7% dos votos válidos do estado: 12º lugar entre 66 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Rio Branco deu 58,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pastor Jonas declarou R$ 172,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2008.
- Pastor JonasR$ 172,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pastor Jonas declarou ao TSE R$ 154 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 75 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Rio Branco (AC) · PSB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 21,8 mil29,1%
- Próprio bolsoR$ 20,3 mil27,2%
- PessoasR$ 19,3 mil25,8%
- EmpresasR$ 13,4 mil17,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 43,2 mil57,7%
- Material impressoR$ 23,4 mil31,3%
- TransporteR$ 8.03210,7%
- EscritórioR$ 1690,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2008
Mediana da disputa: R$ 95,2 por voto. Quem venceu, Ricardo Araujo, gastou R$ 64,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 572; o mais barato, R$ 64,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lílian PTR$ 309 mil · 541 votosR$ 572
- Concita Maia PTR$ 230 mil · 1.343 votosR$ 171
- Germano Marino PTR$ 219 mil · 1.700 votosR$ 129
- Ariane Cadaxo PC do BR$ 240 mil · 2.289 votosR$ 105
- Márcio Batista PC do BR$ 232 mil · 2.222 votosR$ 104
- Pelezinho PTR$ 141 mil · 1.408 votosR$ 100
- Folhinha PTR$ 161 mil · 1.686 votosR$ 95,2
- Maria Antonia PTR$ 125 mil · 1.439 votosR$ 87
- Socorro Ribeiro PTR$ 120 mil · 1.483 votosR$ 81,2
- Gabriel Forneck PTR$ 268 mil · 3.596 votosR$ 74,4
- Rita Paro PTR$ 114 mil · 1.681 votosR$ 67,7
- Ricardo Araujo PTR$ 168 mil · 2.600 votosR$ 64,5
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 117 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.