Pastor Carlos Evaristo
Carlos Evaristo da Silva · nasceu em 1963
Pastor Carlos Evaristo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pastor Carlos Evaristo declarou R$ 866,2 mil em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 537,5 mil acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Pastor Carlos EvaristoR$ 866,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Rua General OsorioR$ 646,4 milCasa
- sitio Estrada Rio Acima 440 Biritiba MirimR$ 172,4 milOutros bens imóveis rural
- Linea 1.8 16vR$ 44,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- carro/reboque aberta DQN 7891R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pastor Carlos Evaristo declarou ao TSE R$ 487 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 255 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mogi das Cruzes (SP) · PSB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PartidoR$ 10,3 mil66,1%
- PessoasR$ 5.30733,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi das Cruzes (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 57,9 por voto. Quem venceu, Clodoaldo De Moraes, gastou R$ 30,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 217; o mais barato, R$ 30,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mangueira Engelender PSDR$ 76 mil · 350 votosR$ 217
- Dra Vera Rainho PLR$ 97 mil · 523 votosR$ 186
- Coronel Felicio Kamiyama PLR$ 299 mil · 1.827 votosR$ 164
- Jeruza Reis PLR$ 60 mil · 660 votosR$ 91
- Cíntia Secario PTR$ 75 mil · 1.022 votosR$ 73,3
- Mauro Do Salão PLR$ 151 mil · 2.335 votosR$ 64,5
- Emerson Do Posto PLR$ 64 mil · 1.097 votosR$ 57,9
- Dr Pericles PLR$ 85 mil · 1.645 votosR$ 51,5
- Karina Adote Já PLR$ 81 mil · 2.143 votosR$ 37,6
- Farofa PLR$ 85 mil · 2.336 votosR$ 36,3
- Devanir Barbosa PLR$ 64 mil · 1.971 votosR$ 32,3
- Clodoaldo De Moraes PLR$ 96 mil · 3.164 votosR$ 30,2
Votos por real
- 2020, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.