Apuração
1º suplente de senador · 2018 · REPUBLICANOS

Carlos Alberto

Carlos Alberto de Castro Almeida · nasceu em 1951

Carlos Alberto se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 3.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2006MOBILIZA2010MOBILIZA2012REPUBLICANOS2014REPUBLICANOS2018REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006 e 2014.

Passou por 3 partidos: DEM (2002), MOBILIZA (2006–2010), REPUBLICANOS (2012–2018).

Suplente sen.Dep. estadualVereadorPartidoDEMMOBILIZAREPUBLICANOS’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2018, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2018: 67 anos, até o fundamental, deputado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    1º suplente de senador · Amazonas
    REPUBLICANOS 455· direita
    Na chapa de Plinio Valério
    chapa eleita834.809 votos da chapa
  2. 2014
    Deputado estadual · Amazonas
    REPUBLICANOS 10123· direita· na urna, Pastor Carlos Alberto
    eleito24.843 votos; 13º mais votado de 570 no estado
  3. 2012
    Vereador · Manaus (AM)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    eleito11.744 votos
  4. 2010
    Deputado estadual · Amazonas
    MOBILIZA 33123· centro-direita
    suplente17.620 votos; 27º mais votado de 352 no estado
  5. 2006
    Deputado estadual · Amazonas
    MOBILIZA 33123· centro-direita
    eleito18.218 votos; 17º mais votado de 389 no estado
  6. 2002
    Deputado estadual · Amazonas
    DEM 25333· direita
    suplente19.569 votos; 15º mais votado de 400 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Carlos Alberto teve 24.843 votos para deputado estadual, 1,5% dos votos válidos do estado: 13º lugar entre 570 candidatos.

Recebeu votos em 59 cidades. Manaus deu 83,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,3%.

24.843 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 24.843 votos.
  1. Manaus (AM)20.793 votos83,7%
  2. Manacapuru (AM)461 votos1,9%
  3. Itacoatiara (AM)369 votos1,5%
  4. Tefé (AM)312 votos1,3%
  5. São Gabriel da Cachoeira (AM)272 votos1,1%
  6. Outras 44 cidades1.157 votos4,7%
As outras 3 eleições para deputado
17.620 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 17.620 votos.
  1. Manaus (AM)15.507 votos88%
  2. Manacapuru (AM)326 votos1,9%
  3. Itacoatiara (AM)179 votos1%
  4. Parintins (AM)176 votos1%
  5. Iranduba (AM)165 votos0,9%
  6. Outras 33 cidades446 votos2,5%
18.218 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 18.218 votos.
  1. Manaus (AM)15.869 votos87,1%
  2. Parintins (AM)421 votos2,3%
  3. Manacapuru (AM)367 votos2%
  4. Iranduba (AM)178 votos1%
  5. Maués (AM)145 votos0,8%
  6. Outras 36 cidades405 votos2,2%
19.569 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 19.569 votos.
  1. Manaus (AM)17.358 votos88,7%
  2. Manacapuru (AM)208 votos1,1%
  3. Itacoatiara (AM)193 votos1%
  4. Iranduba (AM)184 votos0,9%
  5. Tabatinga (AM)169 votos0,9%
  6. Outras 38 cidades515 votos2,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Carlos Alberto declarou R$ 640,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 500,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 640,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 420.876 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 640,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlos Alberto declarou ao TSE R$ 1,7 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 618 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Amazonas · REPUBLICANOS · eleito

De onde veio

R$ 356,3 mil
16% veio de fundos públicos; 45 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 356,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas45 pessoas, não nomeadasR$ 146,6 mil41,1%
  2. Próprio bolsoR$ 21,3 mil6%

Para onde foi

R$ 354,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 354,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal38 pessoas, não nomeadasR$ 58,7 mil16,6%
  2. EventosR$ 6.7591,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amazonas, 2014

Mediana da disputa: R$ 37,2 por voto. Quem venceu, Belarmino Lins, gastou R$ 24,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 24,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 70 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.