Pastor Benedito Arrais
Benedito Arrais de Moraes · nasceu em 1947
Pastor Benedito Arrais disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Goiás), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 67 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · GoiásPSB 40333· centro-esquerdasuplente5.947 votos; 124º mais votado de 717 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Pastor Benedito Arrais teve 5.947 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 135 cidades. Goiânia deu 21,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Pastor Benedito Arrais declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2014.
- Pastor Benedito ArraisR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 129 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.