Apuração
Vereador · 2020 · PSC

Pastor Ailton

Ailton Rodrigues de Siqueira · nasceu em 1975

Pastor Ailton se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012DEM2016PSC2018PSC2020PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 3 partidos: MDB (2008), DEM (2012), PSC (2016–2020).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBDEMPSC2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Serra (ES)
    PSC 20000· direita
    não eleito
  2. 2018
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PSC 20555· direita· na urna, Pastor Ailton Rodrigues
    suplente6.526 votos; 89º mais votado de 582 no estado
  3. 2016
    Vereador · Serra (ES)
    PSC 20000· direita
    eleito2.190 votos
  4. 2012
    Vereador · Serra (ES)
    DEM 25000· direita
    suplente
  5. 2008
    Vereador · Serra (ES)
    MDB 15678· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Pastor Ailton teve 6.526 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 582 candidatos.

Recebeu votos em 59 cidades. Serra deu 76,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

6.526 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 6.526 votos.
  1. Serra (ES)4.997 votos76,6%
  2. Vitória (ES)193 votos3%
  3. Fundão (ES)159 votos2,4%
  4. Ecoporanga (ES)147 votos2,3%
  5. Cariacica (ES)125 votos1,9%
  6. Outras 44 cidades250 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pastor Ailton declarou R$ 24,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 21,7 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 24,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 11.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2012.

  • Pastor AiltonR$ 24,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 25,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 24,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Pastor Ailton declarou ao TSE R$ 187 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 112 mil, 63% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Serra (ES) · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 8.350
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 8.350
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.350.
  1. Material impressoR$ 5.30763,6%
  2. EscritórioR$ 1.13213,6%
  3. InternetR$ 99111,9%
  4. ServiçosR$ 92011%

Quanto custou cada voto: vereador, Serra (ES), 2020

Mediana da disputa: R$ 41,4 por voto. Quem venceu, Igor Elson, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 19,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jiberlandio PSBR$ 111 mil · 701 votosR$ 158
  • Vinicius Matias PTBR$ 67 mil · 799 votosR$ 83,8
  • Nacib DEMR$ 116 mil · 1.552 votosR$ 74,7
  • Maylla Venturin PSBR$ 59 mil · 803 votosR$ 74,1
  • Luiz Carlos Moreira MDBR$ 56 mil · 925 votosR$ 60,7
  • Raphaela Moraes REDER$ 70 mil · 1.659 votosR$ 42,1
  • Sandra Gomes REDER$ 55 mil · 1.329 votosR$ 41,4
  • Darcy Junior PATRIOTAR$ 39 mil · 1.401 votosR$ 27,5
  • Guto Lorenzoni REDER$ 42 mil · 1.627 votosR$ 25,9
  • Raposão PSDBR$ 57 mil · 2.296 votosR$ 24,9
  • Rodrigo Caçulo REPUBLICANOSR$ 44 mil · 1.858 votosR$ 23,6
  • Igor Elson PODER$ 42 mil · 2.151 votosR$ 19,7

Votos por real

  • 2020, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 107 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.