Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Pasqualino

Enio Zuchinali · nasceu em 1965

Pasqualino disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Morro Grande (SC)), pelo PSDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Morro Grande (SC)
    PSDB 45111· centro-direita
    não eleito109 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Pasqualino declarou R$ 490,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 490,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 182.000 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • PasqualinoR$ 490,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 490,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Terreno rural 33 hectareR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  2. CasaR$ 134,8 mil
    Imóveis
  3. CarroR$ 59,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Estufa fumoR$ 27 mil
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Pasqualino declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Morro Grande (SC) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 1.323
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.323.
  1. Próprio bolsoR$ 1.18989,9%
  2. PessoasR$ 13410,1%

Para onde foi

R$ 1.323
O maior gasto foi com material impresso: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.323.
  1. Material impressoR$ 1.05579,8%
  2. OutrosR$ 26820,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Morro Grande (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 12,9 por voto. Quem venceu, Valdo, gastou R$ 7,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,3; o mais barato, R$ 7,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Toninho MDBR$ 2,1 mil · 27 votosR$ 79,3
  • Arnaldo MDBR$ 2,1 mil · 46 votosR$ 46,6
  • Veraldo PDTR$ 2,7 mil · 77 votosR$ 34,8
  • Jaci MDBR$ 2,7 mil · 91 votosR$ 29,4
  • Zé Magagnin MDBR$ 2,7 mil · 138 votosR$ 19,4
  • Dilberto PPR$ 2,1 mil · 138 votosR$ 15,5
  • Cristina MDBR$ 2,7 mil · 207 votosR$ 12,9
  • Tadeu MDBR$ 2,1 mil · 174 votosR$ 12,3
  • Itcho MDBR$ 2,7 mil · 255 votosR$ 10,5
  • Tei MDBR$ 2,1 mil · 206 votosR$ 10,4
  • Póca PPR$ 1,9 mil · 189 votosR$ 9,92
  • Valdo MDBR$ 2,7 mil · 371 votosR$ 7,22

Votos por real

  • 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.