Pascoal
Pascoal Tose · nasceu em 1956
Pascoal se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pascoal declarou R$ 198,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 103,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- PascoalR$ 198,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pascoal declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Vitor Meireles (SC) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.89994,1%
- PessoasR$ 2465,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.58162,3%
- Material impressoR$ 1.03024,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2435,9%
- ServiçosR$ 2435,9%
- EscritórioR$ 491,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Vitor Meireles (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 23 por voto. Quem venceu, Téio, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,1; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Moreira PTR$ 5,5 mil · 156 votosR$ 35,1
- Carmelino PSDR$ 6,8 mil · 197 votosR$ 34,6
- Guto PSDR$ 4,9 mil · 172 votosR$ 28,7
- Dona Maria MDBR$ 5 mil · 180 votosR$ 27,9
- Marcelo Da Agricultura PSDBR$ 5,3 mil · 197 votosR$ 27
- Tarcisio Boing PTR$ 4,9 mil · 200 votosR$ 24,4
- Gordo PPR$ 5,5 mil · 238 votosR$ 23
- Estevão Ruchinski MDBR$ 5 mil · 216 votosR$ 23
- Nico PPR$ 4,6 mil · 215 votosR$ 21,3
- Vilmar Claudino PSDBR$ 4,6 mil · 239 votosR$ 19,4
- Flávio Mafra MDBR$ 5 mil · 302 votosR$ 16,6
- Téio MDBR$ 5,3 mil · 416 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.