Apuração
Vereador · 2020 · PATRIOTA

Paschoalin

Marcos Aurélio Paschoalin · nasceu em 1960

Paschoalin se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em 3 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DC2006PSOL2010PSOL2012PRP2014PSD2016PSD2020PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 5 partidos: DC (2004), PSOL (2006–2010), PRP (2012), PSD (2014–2016), PATRIOTA (2020).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoDCPSOLPRPPSDPATRIOTA’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    PATRIOTA 51044· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    PSD 55044· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSD 5544· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 611º mais votado de 620 no estado
  4. 2012
    Prefeito · Juiz de Fora (MG)
    PRP 44· direita
    não eleito0 votos, 0,0%
  5. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSOL 5070· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  6. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSOL 5070· esquerda
    não eleito547 votos; 416º mais votado de 528 no estado
  7. 2004
    Prefeito · Juiz de Fora (MG)
    DC 27· direita· na urna, Maquinho-Marcos Aurélio Pascho
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Paschoalin teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 611º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado federal em 2014
As outras 1 eleições para deputado
547 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 547 votos.
  1. Juiz de Fora (MG)321 votos58,7%
  2. Belo Horizonte (MG)72 votos13,2%
  3. Contagem (MG)18 votos3,3%
  4. Divinópolis (MG)10 votos1,8%
  5. Cataguases (MG)7 votos1,3%
  6. Outras 52 cidades69 votos12,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paschoalin declarou R$ 68,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 244,7 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 68,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.100 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • PaschoalinR$ 68,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 68,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paschoalin declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 8,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Minas Gerais · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 8.212
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.212.
  1. PartidoTudo de Partido Social DemocraticoR$ 7.68093,5%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Joao Pimenta Da Veiga Filho GovernadorR$ 5326,5%

Para onde foi

R$ 8.212
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.212.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Partido Social DemocraticoR$ 7.68093,5%
  2. Material impressoTudo de Eleicao 2014 Joao Pimenta Da Veiga Filho GovernadorR$ 5326,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 388; o mais barato, R$ 20,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 547 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.