Apuração
Deputado estadual · 2018 · PRTB

Parrudo

Edinicio Campos da Rocha · nasceu em 1965

Parrudo se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PRTB2012PRTB2018PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PRTB.

Dep. estadualVereadorPartidoPRTB20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, ensino médio, cor amarela. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28550· direita
    suplente204 votos; 1011º mais votado de 1.255 no estado
  2. 2012
    PRTB 28000· direita
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28333· direita· na urna, Parrudo 2010 Minas Avança
    suplente880 votos; 528º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Parrudo teve 204 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1011º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 23 cidades. Belo Horizonte deu 67,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.

204 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 204 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)137 votos67,2%
  2. Santa Margarida (MG)29 votos14,2%
  3. Argirita (MG)4 votos2%
  4. Contagem (MG)4 votos2%
  5. Esmeraldas (MG)3 votos1,5%
  6. Outras 8 cidades8 votos3,9%
As outras 1 eleições para deputado
880 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 880 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)403 votos45,8%
  2. Santa Margarida (MG)227 votos25,8%
  3. Contagem (MG)36 votos4,1%
  4. Ibirité (MG)17 votos1,9%
  5. Carmópolis de Minas (MG)13 votos1,5%
  6. Outras 47 cidades98 votos11,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Parrudo declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 4,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 863
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 180 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.