Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Pardal

Valdecir Barbosa dos Santos · nasceu em 1968

Pardal se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PHS2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PHS (2012), MDB (2016).

VereadorPartidoPHSMDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, empresário, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Cristália (MG)
    MDB 15000· centro-direita
    suplente37 votos
  2. 2012
    Vereador · Cristália (MG)
    PHS 31000· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pardal declarou R$ 130 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 101,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 130 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • PardalR$ 130 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 130 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Pardal declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Cristália (MG) · PHS · suplente

De onde veio

R$ 4.194
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.194.
  1. PartidoR$ 2.60862,2%
  2. PessoasR$ 1.51636,2%
  3. Outros candidatosR$ 691,7%

Para onde foi

R$ 4.194
O maior gasto foi com transporte: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.194.
  1. TransporteR$ 2.49159,4%
  2. Material impressoR$ 98823,6%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 71517%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristália (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 26,7 por voto. Quem venceu, Grilo, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 15,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 9,5 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.