Paraiba
Antonio Camelo Neto · nasceu em 1959
Paraiba se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato GrossoPDT 12679· centro-esquerdasuplente290 votos; 178º mais votado de 226 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paraiba teve 290 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 226 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Alto Boa Vista deu 64,5% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paraiba declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- ParaibaR$ 2,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paraiba declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 144 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alto Boa Vista (MT) · PDT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 1.43181,2%
- Outros candidatosR$ 33218,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.43181,2%
- Material impressoR$ 33218,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Alto Boa Vista (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Marcio Americo, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 12,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdineia MDBR$ 2,1 mil · 15 votosR$ 141
- Elione Professora PSDR$ 1,9 mil · 34 votosR$ 55,1
- Nego Messias MDBR$ 4,6 mil · 94 votosR$ 48,8
- Juarez Vereador PSDR$ 1,9 mil · 48 votosR$ 39,1
- Abelha PSDR$ 1,9 mil · 62 votosR$ 30,2
- Luciano SOLIDARIEDADER$ 1,9 mil · 69 votosR$ 27,1
- Nego Tonho PSDR$ 1,9 mil · 74 votosR$ 25,3
- Tuica PTBR$ 2,9 mil · 149 votosR$ 19,3
- Sebastião CIDADANIAR$ 3,6 mil · 200 votosR$ 18,2
- Nivaldo Do Posto Da Mata PSDR$ 1,9 mil · 117 votosR$ 16
- Irmão Rogerio PSDR$ 1,9 mil · 145 votosR$ 12,9
- Marcio Americo SOLIDARIEDADER$ 2,1 mil · 174 votosR$ 12,1
Votos por real
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 2 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.