Pão
Donizette de Oliveira · nasceu em 1961
Pão se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSD (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pão declarou R$ 243,2 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- PãoR$ 243,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa residencial na rua do chibaR$ 111,8 milCasa
- Casa residencialR$ 109,6 milCasa
- VeiculoR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 11 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pão declarou ao TSE R$ 978 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 752.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Córrego Fundo (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Córrego Fundo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,7 por voto. Quem venceu, Rafael Do Belosca, gastou R$ 7,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,7; o mais barato, R$ 7,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danilo Costa PTR$ 16 mil · 238 votosR$ 67,7
- Diequison PLR$ 16 mil · 246 votosR$ 64,4
- Luizinho Do Chi Branco PLR$ 4,1 mil · 94 votosR$ 43,5
- Valdir Do Vicentinho PSDBR$ 15 mil · 397 votosR$ 38,7
- Zé Antônio PSDBR$ 9,1 mil · 324 votosR$ 28,1
- Elaine Leão PSDR$ 6,7 mil · 249 votosR$ 27
- Joao Da Boate PSDBR$ 8,8 mil · 358 votosR$ 24,7
- Neurimar PLR$ 2,2 mil · 91 votosR$ 24,4
- Fabinho Do Nania PTBR$ 4,5 mil · 251 votosR$ 17,9
- Zulão PLR$ 3,1 mil · 251 votosR$ 12,2
- Jose Ilson PTR$ 2,2 mil · 208 votosR$ 10,4
- Rafael Do Belosca MDBR$ 2,4 mil · 318 votosR$ 7,54
Votos por real
- 2016, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.