Paizão
Daniel Marcio Ferreira Fortuna · nasceu em 1978
Paizão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2004), MOBILIZA (2018), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 20182º suplente de senador · AmapáMOBILIZA 333· centro-direitaNa chapa de Wagner Gomeschapa não eleita5.605 votos da chapa
- 2004Vereador · Pedra Branca do Amapari (AP)PSB 40440· centro-esquerda· na urna, Daniel Fortunasuplente70 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paizão declarou R$ 103,4 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (68%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Paizão declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Pedra Branca do Amapari (AP) · PSC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pedra Branca do Amapari (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 171 por voto. Quem venceu, Preto, gastou R$ 35,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.617; o mais barato, R$ 35,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Hernanda Cunha REDER$ 11 mil · 7 votosR$ 1.617
- Altino Junior REDER$ 11 mil · 12 votosR$ 943
- Wilma Sá REPUBLICANOSR$ 38 mil · 108 votosR$ 354
- Professor Erik PC do BR$ 27 mil · 112 votosR$ 241
- Pastora Vânia Flexa PSLR$ 20 mil · 115 votosR$ 172
- Junior Paraense REPUBLICANOSR$ 28 mil · 165 votosR$ 171
- Ayres Andrade REPUBLICANOSR$ 28 mil · 207 votosR$ 137
- Rodrigo PC do BR$ 13 mil · 122 votosR$ 106
- Alemão PSDBR$ 14 mil · 135 votosR$ 105
- Jawaruwa Waiapi REDER$ 23 mil · 264 votosR$ 85,8
- Preto DEMR$ 11 mil · 318 votosR$ 35,6
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.