Apuração
Vereador · 2012 · PT

Padre Paulo

Paulo de Almeida Machado · nasceu em 1969

Padre Paulo disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Governador Valadares (MG)), pelo PT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PT 13600· centro-esquerda
    eleito1.724 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Padre Paulo declarou R$ 334,2 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 334,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 152.500 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Padre PauloR$ 334,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 334,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Padre Paulo declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Governador Valadares (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 13,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2% identificado como fundo partidário; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 9.16369,2%
  2. Próprio bolsoR$ 5424,1%
  3. Fundo partidárioR$ 2622%
  4. EmpresasR$ 1731,3%

Para onde foi

R$ 13,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 4.85236,7%
  2. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 1.3009,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Governador Valadares (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 120 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 34,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 48.584; o mais barato, R$ 34,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Elsi Coura Da Saúde DEMR$ 3,3 milhões · 67 votosR$ 48.584
  • Tarcisio Colorcril PRTBR$ 126 mil · 638 votosR$ 197
  • Manoel Pessoa PTR$ 121 mil · 696 votosR$ 175
  • Geovanne Honório PTR$ 280 mil · 1.716 votosR$ 163
  • Darly Alves PSDR$ 122 mil · 877 votosR$ 139
  • Dilene Dileu DEMR$ 160 mil · 1.246 votosR$ 128
  • Fabiano Dias DEMR$ 115 mil · 953 votosR$ 120
  • Weder Maloca PRTBR$ 100 mil · 1.038 votosR$ 96,6
  • Paulinho Costa PDTR$ 220 mil · 2.831 votosR$ 77,7
  • Sgt. Ramalho PTBR$ 118 mil · 2.083 votosR$ 56,6
  • Pastora Eliane De Paiva DEMR$ 107 mil · 2.068 votosR$ 51,9
  • Chiquinho PSDBR$ 118 mil · 3.384 votosR$ 34,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.