Padre Joel
Joel Valentim da Silva · nasceu em 1959
Padre Joel se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DC (2002), CIDADANIA (2006–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · BahiaCIDADANIA 23123· centrosuplente3.836 votos; 203º mais votado de 588 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · BahiaCIDADANIA 23123· centrosuplente12.457 votos; 131º mais votado de 550 no estado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Padre Joel teve 3.836 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 203º lugar entre 588 candidatos.
Recebeu votos em 153 cidades. Teixeira de Freitas deu 55,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Padre Joel declarou R$ 239,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 141,4 mil acima da inflação.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2010.
- Padre JoelR$ 239,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 97,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Padre Joel declarou ao TSE R$ 323 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 133 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Teixeira de Freitas (BA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Teixeira de Freitas (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 72,7 por voto. Quem venceu, Edinaldo Rezende, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 515; o mais barato, R$ 30,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Maria Antonia PTR$ 88 mil · 171 votosR$ 515
- Netinho O Amigão Do Povo MOBILIZAR$ 45 mil · 516 votosR$ 87,9
- Pequeno Do Sindicato PC do BR$ 37 mil · 432 votosR$ 86,2
- Fiorot PSDBR$ 36 mil · 426 votosR$ 84,4
- Carlinhos Guerra PTBR$ 42 mil · 519 votosR$ 80,2
- Ariston PPR$ 54 mil · 690 votosR$ 78,2
- Adão Pinheiro DCR$ 52 mil · 722 votosR$ 72,7
- Yuri Da Tajon PLR$ 74 mil · 1.142 votosR$ 64,5
- Julinho Garotinho PSCR$ 41 mil · 741 votosR$ 55,6
- Lula PSDR$ 36 mil · 781 votosR$ 46,7
- Ronaldo Baitakão PSCR$ 43 mil · 1.215 votosR$ 35,3
- Edinaldo Rezende PTR$ 30 mil · 1.003 votosR$ 30,3
Votos por real
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 64 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 4,8 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 93 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.