Prof Hildo
Hildo Aniceto Pereira · nasceu em 1977
Prof Hildo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2008), PSD (2012–2016), PC do B (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Prof Hildo declarou R$ 517,1 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 516,6 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Prof HildoR$ 517,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Rua caçapava qd 4 lt 21 jardim zuleikaR$ 215,5 milCasa
- Rua ceramicaR$ 215,5 milTerreno rural
- Ag 5896-3 conta 385-6R$ 43,1 milCaderneta de poupança
- Renaalt sandero 1.6 cinza 2017 cor cinza placa PVA-9730R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Prof Hildo declarou ao TSE R$ 213 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Luziânia (GO) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,7 mil59,6%
- PessoasR$ 11,3 mil40,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.81731,5%
- EscritórioR$ 8.49130,3%
- PessoalR$ 7.50126,8%
- TransporteR$ 2.4318,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5662%
- InternetR$ 2120,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Luziânia (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 62,2 por voto. Quem venceu, Marcelo Meireles, gastou R$ 31,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 195; o mais barato, R$ 31,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Boaz De Albuquerque PDTR$ 68 mil · 349 votosR$ 195
- Professor Tiago Machado PSBR$ 112 mil · 856 votosR$ 131
- Marcelo Braz PODER$ 64 mil · 658 votosR$ 97,2
- Júnior Bill REPUBLICANOSR$ 46 mil · 525 votosR$ 87,6
- José Lucena Roriz PSLR$ 51 mil · 658 votosR$ 77,6
- Nilson Lins DEMR$ 50 mil · 797 votosR$ 62,2
- Waltinho PPR$ 46 mil · 846 votosR$ 54
- Serginho Meio Ambiente PSDR$ 46 mil · 950 votosR$ 48,5
- Everaldo Meireles DEMR$ 54 mil · 1.491 votosR$ 36,5
- Felipe Do Mandú DEMR$ 57 mil · 1.706 votosR$ 33,2
- Marcelo Meireles DEMR$ 50 mil · 1.556 votosR$ 31,9
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.