Padre Geraldo Agostinho
Geraldo Agostinho Teixeira · nasceu em 1966
Padre Geraldo Agostinho disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PRTB: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 52 anos, ensino médio, cor amarela. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPRTB 28999· direitasuplente5.077 votos; 286º mais votado de 1.255 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Padre Geraldo Agostinho teve 5.077 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 286º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 157 cidades. São Joaquim de Bicas deu 20,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Padre Geraldo Agostinho declarou R$ 10,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 16% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.
- Padre Geraldo AgostinhoR$ 10,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.