Padre Eduardo
Eduardo Inácio de Abreu · nasceu em 1976
Padre Eduardo se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, diretor de estabelecimento de ensino, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPC do B 65222· esquerda· na urna, Padre Eduardo Inaciosuplente10.206 votos; 207º mais votado de 1.055 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Padre Eduardo teve 10.206 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 137 cidades. Visconde do Rio Branco deu 63,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Padre Eduardo declarou R$ 118,3 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 14,3 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Padre EduardoR$ 118,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Padre Eduardo declarou ao TSE R$ 119 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 117 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Visconde do Rio Branco (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.88269,1%
- Outros candidatosR$ 84230,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.70199,1%
- EscritórioR$ 240,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Visconde do Rio Branco (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,1 por voto. Quem venceu, Alex Auto Escola, gastou R$ 8,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,3; o mais barato, R$ 8,46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dj Tico PTR$ 11 mil · 122 votosR$ 91,3
- Wilson Jose PSLR$ 7,6 mil · 117 votosR$ 65,1
- Gaione DCR$ 22 mil · 383 votosR$ 57,1
- Rober DEMR$ 25 mil · 530 votosR$ 47,9
- Maria Izabel Advogada PPR$ 21 mil · 516 votosR$ 39,9
- Mabinha Cadedo PTR$ 30 mil · 827 votosR$ 36,5
- Diego Costa MDBR$ 13 mil · 506 votosR$ 26,1
- Carlos Antônio Asa Branca PSLR$ 13 mil · 590 votosR$ 22,4
- Serginho Braga PSLR$ 15 mil · 658 votosR$ 22,1
- Amigo Xereba AGIRR$ 17 mil · 1.062 votosR$ 16
- Noka Do Fizico PHSR$ 7,9 mil · 772 votosR$ 10,3
- Alex Auto Escola PTR$ 8,8 mil · 1.044 votosR$ 8,46
Votos por real
- 2016, vereador: 207 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 66 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.