Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Padre Dão

João Leite Cabral · nasceu em 1941

Padre Dão disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Barro (CE)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, superior completo, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Barro (CE)
    PDT 12444· centro-esquerda
    suplente322 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Padre Dão declarou R$ 151,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará.

R$ 151,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 93.000 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.

  • Padre DãoR$ 151,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 85 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 151,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 01 Terreno com aproximadamenete 300 tarefas de terraR$ 81,2 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. 01 Terreno com 16 tarefasR$ 32,5 mil
    Terreno rural
  3. 01 Terreno com 11 tarefasR$ 24,4 mil
    Terreno rural
  4. RealR$ 8.123
    Dinheiro em espécie
  5. 01 Carro fiesta 2001R$ 4.874
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Padre Dão declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Barro (CE) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 2.299
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.299
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.299.
  1. Material impressoR$ 2.26798,6%
  2. EscritórioR$ 321,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Barro (CE), 2016

Mediana da disputa: R$ 9,43 por voto. Quem venceu, Dody, gastou R$ 6,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,5; o mais barato, R$ 6,48.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernanda Brasil REPUBLICANOSR$ 4,8 mil · 101 votosR$ 47,5
  • Preta Agente De Saúde PDTR$ 4,9 mil · 104 votosR$ 47,1
  • Zé Roberto PSDR$ 4,1 mil · 88 votosR$ 46,2
  • Onofre Batista PTBR$ 4,2 mil · 256 votosR$ 16,4
  • Kekê De Zé Nilton PSDBR$ 5,5 mil · 479 votosR$ 11,5
  • João De Enoque PSDR$ 4,5 mil · 438 votosR$ 10,2
  • Vanda REPUBLICANOSR$ 6,3 mil · 668 votosR$ 9,43
  • Dundun PTBR$ 5,9 mil · 631 votosR$ 9,28
  • Joanes De Paraibana PDTR$ 9,3 mil · 1.104 votosR$ 8,46
  • Iranildo Do Riachão PSDBR$ 5,1 mil · 623 votosR$ 8,12
  • Carleide Da Iara PVR$ 4,5 mil · 659 votosR$ 6,76
  • Dody PSDR$ 4,9 mil · 760 votosR$ 6,48

Votos por real

  • 2016, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.