Padre Antonio
Antonio de Jesus Moreno Pinto · nasceu em 1952
Padre Antonio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · PernambucoPT 13013· centro-esquerdasuplente9.551 votos; 111º mais votado de 516 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Padre Antonio teve 9.551 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 516 candidatos.
Recebeu votos em 97 cidades. Petrolina deu 54,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Padre Antonio declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 60 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Petrolina (PE) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21,2 mil86,7%
- PessoasR$ 3.25813,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,4 mil58,8%
- TransporteR$ 5.27521,6%
- ServiçosR$ 2.4119,9%
- OutrosR$ 1.4015,7%
- EscritórioR$ 9774%
Quanto custou cada voto: vereador, Petrolina (PE), 2004
Mediana da disputa: R$ 29,9 por voto. Quem venceu, Professor Ruy Wanderley, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,3; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Márcia Cavalcante MDBR$ 97 mil · 1.975 votosR$ 49,3
- Teresinha Teixeira PSDBR$ 54 mil · 1.256 votosR$ 43
- Sargento Quirino PSBR$ 118 mil · 2.859 votosR$ 41,3
- Ferson AGIRR$ 39 mil · 988 votosR$ 39,3
- Ranilson Ramos PODER$ 50 mil · 1.405 votosR$ 35,4
- Maria Elena MDBR$ 69 mil · 2.004 votosR$ 34,2
- Ronaldo Souza CIDADANIAR$ 39 mil · 1.290 votosR$ 29,9
- Armando Venancio DEMR$ 40 mil · 1.492 votosR$ 26,8
- Pedro Norberto PPR$ 54 mil · 2.087 votosR$ 25,9
- Chico Freire CIDADANIAR$ 36 mil · 2.195 votosR$ 16,5
- Dr Moises PTBR$ 27 mil · 2.438 votosR$ 10,9
- Professor Ruy Wanderley PSLR$ 28 mil · 2.679 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 159 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.