Apuração
Vereador · 2004 · PT

Padre Antonio

Antonio de Jesus Moreno Pinto · nasceu em 1952

Padre Antonio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Petrolina (PE)
    PT 13013· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2002
    Deputado estadual · Pernambuco
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente9.551 votos; 111º mais votado de 516 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Padre Antonio teve 9.551 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 516 candidatos.

Recebeu votos em 97 cidades. Petrolina deu 54,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.

9.551 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.551 votos.
  1. Petrolina (PE)5.216 votos54,6%
  2. Santa Maria da Boa Vista (PE)1.032 votos10,8%
  3. Ouricuri (PE)486 votos5,1%
  4. Exu (PE)357 votos3,7%
  5. Bodocó (PE)272 votos2,8%
  6. Outras 82 cidades715 votos7,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Padre Antonio declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 60 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Petrolina (PE) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 24,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 21,2 mil86,7%
  2. PessoasR$ 3.25813,3%

Para onde foi

R$ 24,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,4 mil.
  1. Material impressoR$ 14,4 mil58,8%
  2. TransporteR$ 5.27521,6%
  3. ServiçosR$ 2.4119,9%
  4. OutrosR$ 1.4015,7%
  5. EscritórioR$ 9774%

Quanto custou cada voto: vereador, Petrolina (PE), 2004

Mediana da disputa: R$ 29,9 por voto. Quem venceu, Professor Ruy Wanderley, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,3; o mais barato, R$ 10,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 159 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.