Paderinho
Deusimar Miranda da Rocha · nasceu em 1975
Paderinho se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Passou por 5 partidos: PSDB (2008–2012), PL (2016), PHS (2018), DEM (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Wanderlândia (TO)REPUBLICANOS 44· direitaNa chapa de Djalma Juniorchapa eleita4.586 votos da chapa, 100,0%
- 2020
- 2018Deputado estadual · TocantinsPHS 31456· centro-direitasuplente1.576 votos; 76º mais votado de 207 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Paderinho teve 1.576 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 207 candidatos.
Recebeu votos em 45 cidades. Babaçulândia deu 27,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paderinho declarou R$ 115,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2008.
- PaderinhoR$ 115,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paderinho declarou ao TSE R$ 82 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Wanderlândia (TO) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 42530,3%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 21215,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Wanderlândia (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Adriano Do Bar, gastou R$ 4,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 832; o mais barato, R$ 4,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alessandra Da Saúde REPUBLICANOSR$ 14 mil · 17 votosR$ 832
- Tina Do Caio REPUBLICANOSR$ 14 mil · 19 votosR$ 745
- Juju Do Pt PTR$ 4,8 mil · 45 votosR$ 108
- Eron Da Boa REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 24 votosR$ 58,4
- Samuel Da Costa Rica PVR$ 5,1 mil · 174 votosR$ 29,2
- Gilmar Da Costa Rica REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 58 votosR$ 24,2
- Thyago Freitas PSCR$ 2,5 mil · 125 votosR$ 19,7
- Florismar DEMR$ 2 mil · 129 votosR$ 15,2
- Dione Da Vila REPUBLICANOSR$ 2 mil · 238 votosR$ 8,27
- João Pedro Valadares REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 185 votosR$ 7,58
- Jucim REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 258 votosR$ 5,44
- Adriano Do Bar REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 295 votosR$ 4,76
Votos por real
- 2020, vereador: 198 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 10 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.