Paciência
Leonildes Barbosa · nasceu em 1963
Paciência se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Cerro Grande do Sul (RS)PDT 12· centro-esquerdaNa chapa de Clovis Crestanichapa não eleita1.811 votos da chapa, 33,8%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paciência declarou R$ 280,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- PaciênciaR$ 280,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Paciência declarou ao TSE R$ 375 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Cerro Grande do Sul (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Grande do Sul (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 16,9 por voto. Quem venceu, Aroldo Lopes, gastou R$ 7,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 7,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Seixas MDBR$ 2,4 mil · 19 votosR$ 124
- Angelita MDBR$ 2 mil · 20 votosR$ 101
- Vladimir PPR$ 4,3 mil · 75 votosR$ 57,6
- Aldo Solka PPR$ 2,3 mil · 41 votosR$ 57
- Juvencio MDBR$ 2,7 mil · 51 votosR$ 52,9
- Valnur PPR$ 4,7 mil · 167 votosR$ 27,8
- Paulinho MDBR$ 2,1 mil · 125 votosR$ 16,9
- Waldemar Schwalm PPR$ 2,4 mil · 155 votosR$ 15,4
- Selson Curtinaz PPR$ 1,9 mil · 148 votosR$ 13,1
- Julio Cesar MDBR$ 2,3 mil · 184 votosR$ 12,4
- Breno (Breninho) PPR$ 2,1 mil · 182 votosR$ 11,3
- Aroldo Lopes MDBR$ 2,3 mil · 318 votosR$ 7,17
Votos por real
- 2008, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.