Pachola
Carmezindo Tomaz de Souza · nasceu em 1950
Pachola se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSL (2004), AVANTE (2008), PSB (2012), PSDB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pachola declarou R$ 9.390 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 39,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 13% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2024.
- PacholaR$ 9.390
- Mediana dos candidatosR$ 75 mil
- Mediana dos eleitosR$ 220,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pachola declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jauru (MT) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jauru (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 28 por voto. Quem venceu, Loro Som, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,6; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Delei MDBR$ 8,8 mil · 121 votosR$ 72,6
- Silvia Siqueira PSBR$ 2,5 mil · 37 votosR$ 66,6
- Robson Peres REPUBLICANOSR$ 12 mil · 301 votosR$ 41,1
- Elias Borá PLR$ 3,4 mil · 98 votosR$ 34,7
- Erasmo PSBR$ 3,9 mil · 137 votosR$ 28,2
- Branco Da Oficina MDBR$ 6,5 mil · 231 votosR$ 28,1
- Lazaro Da Lan House PLR$ 3,4 mil · 122 votosR$ 28
- Petronílio PSBR$ 5,2 mil · 249 votosR$ 20,9
- Dra Katya MDBR$ 6,3 mil · 310 votosR$ 20,4
- Zilma Do Inhambu PSBR$ 3,2 mil · 175 votosR$ 18,1
- Vilmar Gela Guela PSBR$ 4,2 mil · 237 votosR$ 17,7
- Loro Som PSBR$ 5,6 mil · 358 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2020, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 2,5 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.