Pachola
Erivaldo Costa e Silva · nasceu em 1962
Pachola se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PAN (2002), MOBILIZA (2004), PV (2006–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Rio Grande do NortePV 4343· centro-esquerdasuplente1.375 votos; 28º mais votado de 60 no estado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do NortePV 4343· centro-esquerdanão eleito2.433 votos; 30º mais votado de 68 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do NortePAN 26131· sem classificação· na urna, Erivaldo Costa e Silvanão eleito520 votos; 108º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pachola teve 1.375 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 28º lugar entre 60 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. Touros deu 48,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pachola declarou R$ 65 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- PacholaR$ 65 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Pachola declarou ao TSE R$ 76 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 47 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Touros (RN) · PV · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.14289,5%
- Próprio bolsoR$ 48610,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.14289,5%
- ServiçosR$ 48610,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Touros (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,9 por voto. Quem venceu, Felipe França, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,1; o mais barato, R$ 14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexsandra PSDBR$ 15 mil · 272 votosR$ 54,1
- Alziane De Edvaldo DEMR$ 25 mil · 567 votosR$ 44,7
- Nene De Santa Luzia DEMR$ 23 mil · 573 votosR$ 39,4
- Diego França DEMR$ 29 mil · 777 votosR$ 37,4
- Priscila AVANTER$ 17 mil · 576 votosR$ 29,4
- Tete De Cajueiro PSDBR$ 22 mil · 844 votosR$ 25,9
- Di Assis De Santa Luzia PSDR$ 18 mil · 756 votosR$ 23,9
- Dr. Joab PSBR$ 15 mil · 699 votosR$ 22
- Fernanda Rocha PSDR$ 15 mil · 709 votosR$ 20,9
- Tiago Farias PLR$ 18 mil · 877 votosR$ 20,4
- Francisco Vieira DEMR$ 17 mil · 846 votosR$ 20,3
- Felipe França PSBR$ 14 mil · 978 votosR$ 14
Votos por real
- 2016, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 9,7 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.