Ozana Maria
Ozana Maria da Silva · nasceu em 1979
Ozana Maria se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ozana Maria declarou R$ 136,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 69,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Ozana MariaR$ 136,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ozana Maria declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Cafezal do Sul (PR) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Cafezal do Sul (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,2 por voto. Quem venceu, Beto, gastou R$ 2,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,8; o mais barato, R$ 2,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rose Maran PSBR$ 4,4 mil · 126 votosR$ 34,8
- Marta Bogas PSDR$ 4 mil · 167 votosR$ 23,9
- Rafael Mendes PSBR$ 1,1 mil · 49 votosR$ 23,2
- Gê PSDR$ 2,8 mil · 129 votosR$ 21,9
- Professor Eliton PSDR$ 3,5 mil · 206 votosR$ 16,8
- Helinho Tanganelli PSBR$ 1,6 mil · 103 votosR$ 15,1
- Lapinha PSDR$ 3,8 mil · 338 votosR$ 11,2
- Agnaldo Sena PSBR$ 1,7 mil · 181 votosR$ 9,38
- Sergio Santos PSDR$ 791 · 90 votosR$ 8,79
- Carlão PSBR$ 1,1 mil · 139 votosR$ 8,18
- Jeova PSDR$ 853 · 203 votosR$ 4,20
- Beto PSBR$ 570 · 281 votosR$ 2,03
Votos por real
- 2016, vereadora: 51 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.