Apuração
Deputado federal · 2014 · PSOL

Otagildo

Otagildo Fernandes Simoes · nasceu em 1958

Otagildo disputou uma eleição, em 2014, para deputado federal (Minas Gerais), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,81← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSOL2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, não eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 55 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSOL 5025· esquerda
    não eleito1.156 votos; 295º mais votado de 620 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Otagildo teve 1.156 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 295º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 68 cidades. Itabira deu 54,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.

1.156 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.156 votos.
  1. Itabira (MG)624 votos54%
  2. Dionísio (MG)232 votos20,1%
  3. Belo Horizonte (MG)62 votos5,4%
  4. São José do Goiabal (MG)36 votos3,1%
  5. Passabém (MG)16 votos1,4%
  6. Outras 53 cidades91 votos7,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Otagildo declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 603.000 na declaração)

Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2014.

  • OtagildoR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 193,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Otagildo declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado federal · Minas Gerais · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 14,1 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 13,5 mil95,9%
  2. EmpresasR$ 5764,1%

Para onde foi

R$ 14,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 9606,8%
  2. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 7785,5%
  3. TransporteR$ 6094,3%
  4. EscritórioR$ 380,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 388; o mais barato, R$ 20,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 82 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.