Apuração
Vereador · 2012 · PRP

Oswaldo Souza

Oswaldo Souza Oliveira · nasceu em 1938

Oswaldo Souza se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PRP2004PRP2006PRP2008PRP2012PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PRP.

SenadorDep. estadualVereadorPartidoPRP200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 73 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PRP 44123· direita
    suplente
  2. 2008
    PRP 44567· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2006
    Senador · Rio de Janeiro
    PRP 441· direita
    não eleito2.611 votos, 0,0%
  4. 2004
    PRP 44784· direita
    suplente
  5. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PRP 44121· direita· na urna, Oswaldo Souza
    suplente371 votos; 919º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Oswaldo Souza teve 371 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 919º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Rio de Janeiro deu 50,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

371 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 371 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)186 votos50,1%
  2. Petrópolis (RJ)47 votos12,7%
  3. Angra dos Reis (RJ)33 votos8,9%
  4. Nova Iguaçu (RJ)31 votos8,4%
  5. Belford Roxo (RJ)19 votos5,1%
  6. Outras 12 cidades14 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Oswaldo Souza declarou ao TSE R$ 369 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 353 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PRP · suplente

De onde veio

R$ 353,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 353,3 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 318,2 mil90,1%
  2. Próprio bolsoR$ 19,9 mil5,6%
  3. EmpresasR$ 15,2 mil4,3%

Para onde foi

R$ 350,8 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 350,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 13,4 mil3,8%
  2. TransporteR$ 7.5812,2%
  3. EscritórioR$ 2.7290,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 48,8 por voto. Quem venceu, Cesar Maia, gastou R$ 30,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 346; o mais barato, R$ 30,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 2,1 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
  • 2006, senador: 245 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 72 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.