Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Osmar Piardi

nasceu em 1948

Osmar Piardi se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,72← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

VereadorPartidoDEM2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25620· direita
    suplente295 votos
  2. 2004
    DEM 25610· direita
    suplente442 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Osmar Piardi declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 850.000 na declaração)

Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Osmar PiardiR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Conta poupança no banco do estado do rio grande do sulR$ 584,9 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Uma casa de alvenaria com 260 metros quadradosR$ 349,3 mil
    Casa
  3. Uma casa de alvenaria de dois pisos com 321 m²R$ 324,9 mil
    Casa
  4. Um automóvel marca/modelo toyota/corola ano 2016R$ 121,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Osmar Piardi declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,1 mil, 3,7% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Lagoa Vermelha (RS) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 4.103
3,7% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.103.
  1. Próprio bolsoR$ 3.78992,3%
  2. PartidoR$ 1623,9%
  3. Fundo partidárioR$ 1523,7%

Para onde foi

R$ 4.103
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.103.
  1. Material impressoR$ 3.45584,2%
  2. ServiçosR$ 64815,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Lagoa Vermelha (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Dr. Kramer, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,8; o mais barato, R$ 11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.