Apuração
Vereador · 2016 · PV

Osmar Junior

Osmar Luiz Oliveira da Silva Junior · nasceu em 1981

Osmar Junior se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PV2014PV2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PV.

Dep. estadualVereadorPartidoPV201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Imbé (RS)
    PV 43000· centro
    suplente281 votos
  2. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PV 43000· centro· na urna, Osmar Júnior
    suplente2.696 votos; 292º mais votado de 670 no estado
  3. 2012
    Vereador · Imbé (RS)
    PV 43123· centro-esquerda· na urna, Osmar Júnior
    eleito304 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Osmar Junior teve 2.696 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 292º lugar entre 670 candidatos.

Recebeu votos em 92 cidades. Imbé deu 37,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,6%.

2.696 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.696 votos.
  1. Imbé (RS)1.009 votos37,4%
  2. Porto Alegre (RS)359 votos13,3%
  3. Tramandaí (RS)304 votos11,3%
  4. Canoas (RS)192 votos7,1%
  5. Osório (RS)97 votos3,6%
  6. Outras 77 cidades306 votos11,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Osmar Junior declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Imbé (RS) · PV · suplente

De onde veio

R$ 3.708
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.708
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Imbé (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Gaudério, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,4; o mais barato, R$ 16,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 397 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.