Osmar Junior
Osmar Luiz Oliveira da Silva Junior · nasceu em 1981
Osmar Junior se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPV 43000· centro· na urna, Osmar Júniorsuplente2.696 votos; 292º mais votado de 670 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Osmar Junior teve 2.696 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 292º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 92 cidades. Imbé deu 37,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Osmar Junior declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Imbé (RS) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Imbé (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Gaudério, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,4; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Nego Zanella MDBR$ 11 mil · 200 votosR$ 53,4
- Fágner Guiner PTR$ 7,1 mil · 152 votosR$ 46,6
- Mãe Renata MDBR$ 7,5 mil · 202 votosR$ 37,3
- Catarina MDBR$ 14 mil · 491 votosR$ 27,7
- Rafael Kerber PSDBR$ 11 mil · 411 votosR$ 27,6
- Paim MDBR$ 7,1 mil · 280 votosR$ 25,4
- Elton Kieser PTR$ 7,5 mil · 301 votosR$ 25
- Vilmar Nico PTR$ 8,4 mil · 499 votosR$ 16,9
- Gaudério PSDBR$ 7,5 mil · 454 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 397 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.