Osmar
Osmar dos Santos · nasceu em 1964
Osmar se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Osmar declarou R$ 804,9 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 546,8 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- OsmarR$ 804,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chacará urbana com benfeitoriasR$ 243,7 milTerreno
- Casa de alvenária a rua casemiro de abreuR$ 235,8 milCasa
- Empresa marinox polimento de utilidades domésticas EIRELIR$ 101,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Caminhonete fordR$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte de uma chacara com área de 520R$ 48,7 milTerreno
- Dinheiro em espécieR$ 48,7 milDinheiro em espécie
- Lote urbano sem benfeitoriaR$ 48,7 milTerreno
- Banco do brasil ourocap AG.4083-5R$ 8.318Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Caixa economica federal conta correnteR$ 8.003Conta corrente no país
- GM, chevy, 1985, placas IHN-8929R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Osmar declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Dois Lajeados (RS) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 52561,1%
- Material impressoR$ 30835,8%
- OutrosR$ 263%
Quanto custou cada voto: vereador, Dois Lajeados (RS), 2016
Osmar: R$ 7,09 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Titi Baggio, gastou R$ 6,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 72; o mais barato, R$ 6,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Osmar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tonini CIDADANIAR$ 1,7 mil · 24 votosR$ 72
- Renê Luiz Callegaro CIDADANIAR$ 4,2 mil · 67 votosR$ 63,2
- Osmar Cenci DEMR$ 5 mil · 146 votosR$ 34,1
- Carlão Bortoncello PDTR$ 944 · 47 votosR$ 20,1
- Zeca Ortolan PPR$ 1,6 mil · 94 votosR$ 17,2
- Miguel Reginatto PVR$ 1,8 mil · 121 votosR$ 15,1
- Milton Invernizzi MDBR$ 2,3 mil · 183 votosR$ 12,8
- Zulmir Saurin MDBR$ 823 · 73 votosR$ 11,3
- Karine Grando PSBR$ 831 · 84 votosR$ 9,89
- Osmar PTBR$ 858 · 121 votosR$ 7,09
- Everton Cenci MDBR$ 923 · 135 votosR$ 6,84
- Titi Baggio PDTR$ 1,1 mil · 179 votosR$ 6,30
Votos por real
- 2016, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.