Osmar Biligancho
Osmar Francisco de Sousa · nasceu em 1948
Osmar Biligancho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), MDB (2008), PSDB (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Osmar Biligancho declarou R$ 775 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 595,7 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Osmar BiliganchoR$ 775 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial no bairro portal do solR$ 487,4 milCasa
- Casa residencialR$ 243,7 milCasa
- Camionete F1000R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda titan 125R$ 3.249Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Osmar Biligancho declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jataí (GO) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 18,4 mil93,2%
- Outros candidatosR$ 1.3496,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.46837,8%
- PessoalR$ 7.45337,7%
- Material impressoR$ 2.77714%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.3496,8%
- ServiçosR$ 4862,5%
- OutrosR$ 2431,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Jataí (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Marcos Antonio, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jose Prado Carapo PODER$ 176 mil · 1.375 votosR$ 128
- Thiago Maggioni PSDBR$ 171 mil · 1.770 votosR$ 96,5
- Creso Vilela MDBR$ 71 mil · 1.070 votosR$ 66,4
- Katia Carvalho SOLIDARIEDADER$ 81 mil · 1.369 votosR$ 59
- Carlos Miranda MDBR$ 74 mil · 1.311 votosR$ 56,4
- Soró PRPR$ 51 mil · 1.072 votosR$ 47,2
- Gildenicio Santos MDBR$ 72 mil · 1.624 votosR$ 44,5
- Flaviane Baldo Scopel PODER$ 47 mil · 1.113 votosR$ 42
- Mauro Bento Filho MDBR$ 52 mil · 1.391 votosR$ 37,2
- Abimael Silva Da Tv PODER$ 26 mil · 1.056 votosR$ 25,1
- Adilson De Carvalho MDBR$ 45 mil · 1.975 votosR$ 22,9
- Marcos Antonio PDTR$ 47 mil · 2.591 votosR$ 18
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 183 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.