Osmar
Osmar Borges da Fonseca · nasceu em 1980
Osmar se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PT (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Osmar declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 35% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- OsmarR$ 18,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Osmar declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 927.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Carmo do Cajuru (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Carmo do Cajuru (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,00 por voto. Quem venceu, Bruno Chouriço, gastou R$ 3,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,2; o mais barato, R$ 3,19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luceli Mercearia Do Fabrício CIDADANIAR$ 1 mil · 20 votosR$ 51,2
- Gustavo Casa Grande PSBR$ 1,4 mil · 49 votosR$ 28,1
- João Costa PTBR$ 1,1 mil · 54 votosR$ 20,3
- Edésio Avelar PSDBR$ 1,8 mil · 163 votosR$ 10,9
- Marcelo Eletricista CIDADANIAR$ 3,1 mil · 358 votosR$ 8,70
- Periquito DEMR$ 2,2 mil · 337 votosR$ 6,63
- Ricardo Nogueira CIDADANIAR$ 4 mil · 673 votosR$ 6,00
- Carol Rocha PTR$ 1,3 mil · 233 votosR$ 5,47
- Tiãozinho PSBR$ 1,2 mil · 283 votosR$ 4,29
- Eminho PTBR$ 1,8 mil · 449 votosR$ 4,00
- Marquinho Pisquila PSBR$ 934 · 280 votosR$ 3,34
- Bruno Chouriço PSBR$ 1,5 mil · 470 votosR$ 3,19
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.