Apuração
Vereador · 2016 · PODE

Jornalista Bessani

Oscar Vandir Bessani · nasceu em 1973

Jornalista Bessani se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008REPUBLICANOS2012REPUBLICANOS2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2008–2012), PODE (2016).

VereadorPartidoREPUBLICANOSPODE20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pitangueiras (PR)
    PODE 19999· direita
    não eleito9 votos
  2. 2012
    Vereador · Jaguapitã (PR)
    REPUBLICANOS 10123· direita· na urna, Oscar Luis
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Jaguapitã (PR)
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Oscar Luiz
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jornalista Bessani declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 18,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.000 na declaração)

Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • Jornalista BessaniR$ 18,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 18,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jornalista Bessani declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pitangueiras (PR) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 1.593
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.593.
  1. Outros candidatosR$ 1.35084,8%
  2. PessoasR$ 24315,2%

Para onde foi

R$ 1.593
O maior gasto foi com material impresso: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.593.
  1. Material impressoR$ 1.35084,8%
  2. ServiçosR$ 24315,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Pitangueiras (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 92 por voto. Quem venceu, Ronaldo Manjuba, gastou R$ 38 por voto. O voto mais caro custou R$ 764; o mais barato, R$ 23,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 5,7 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.