Orleido Lopes
Orleildo Nogueira Lopes · nasceu em 1969
Orleido Lopes se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2002), PT (2008–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Marechal Thaumaturgo (AC)PT 13013· centro-esquerda· na urna, Orleildo Lopeseleito230 votos
- 2008Vereador · Marechal Thaumaturgo (AC)PT 13013· centro-esquerda· na urna, Orleildo Lopeseleito275 votos
- 2002Deputado estadual · AcrePDT 12333· centro-esquerda· na urna, Orleildo Lopessuplente366 votos; 152º mais votado de 329 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Orleido Lopes teve 366 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 152º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 13 cidades. Cruzeiro do Sul deu 35,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Orleido Lopes declarou R$ 308,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 184,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2016.
- Orleido LopesR$ 308,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa em madeiraR$ 162,5 milCasa
- Terreno urbano medindo 10X30R$ 97,5 milTerra nua
- Quadriciclo honda 350R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa em madeiraR$ 24,4 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Orleido Lopes declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Marechal Thaumaturgo (AC) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Marechal Thaumaturgo (AC), 2020
Mediana da disputa: R$ 63,8 por voto. Quem venceu, Davi Ashaninka, gastou R$ 24,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 991; o mais barato, R$ 24,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fatima Do Estevão MDBR$ 9,9 mil · 10 votosR$ 991
- Ozita Do Tango MDBR$ 9,9 mil · 16 votosR$ 619
- Galega Ambrosio MDBR$ 11 mil · 23 votosR$ 468
- Fabiana Costa PSDR$ 8,5 mil · 22 votosR$ 386
- Kekeide PSDR$ 8,5 mil · 57 votosR$ 149
- Ecilene Cameli MDBR$ 11 mil · 82 votosR$ 131
- Rodrigo Oliveira PSDR$ 8,5 mil · 133 votosR$ 63,8
- Cleudon Franca PSDR$ 8,5 mil · 153 votosR$ 55,5
- Felipe Santos PSDR$ 8,5 mil · 169 votosR$ 50,2
- Francisco Do Iraçu PSDR$ 8,5 mil · 185 votosR$ 45,9
- Zeca Do Assis PSDR$ 8,5 mil · 195 votosR$ 43,5
- Davi Ashaninka PSDR$ 8,5 mil · 343 votosR$ 24,8
Votos por real
- 2020, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.