Apuração
Prefeito · 2016 · PP

Orlando Thomas

nasceu em 1969

Orlando Thomas se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.

Sempre pelo PP.

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPP20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Mato Queimado (RS)
    PP 11· direita
    eleito1.241 votos, 100,0%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Mato Queimado (RS)
    PP 15· direita
    chapa eleita1.357 votos da chapa, 100,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Orlando Thomas declarou R$ 785,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 653,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 785,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 483.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Orlando ThomasR$ 785,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 785,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de alvenariaR$ 406,2 mil
    Casa
  2. Uma fração de terras de 3R$ 243,7 mil
    Terra nua
  3. Automóvel marca renault modelo duster ano 2015R$ 65 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Participação societária com 50% da empresa comércio de…R$ 40,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  5. Motocicleta marca yamaha modelo xtz ano 2014 placas ivp 5952R$ 16,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Recursos financeirosR$ 13,8 mil
    Outros depósitos à vista e numerário

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Orlando Thomas declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Mato Queimado (RS) · PP · eleito

De onde veio

R$ 3.726
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.726.
  1. Próprio bolsoR$ 3.724100%
  2. OutrosR$ 2< 0,1%

Para onde foi

R$ 3.726
O maior gasto foi com material impresso: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.726. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 81021,7%
  2. EscritórioR$ 2< 0,1%

Votos por real

  • 2016, prefeito: 333 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.