Orlandinho dos Paes
Orlando Luiz de Oliveira · nasceu em 1967
Orlandinho dos Paes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PT (2008), PTB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Orlandinho dos Paes declarou R$ 89 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 80,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Orlandinho dos PaesR$ 89 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma caminhonete strada ano e modelo 2012R$ 53,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma saveiro ano e modelo 1993R$ 17,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda 125 ano 2015 modelo 2015R$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda bis ano 2005R$ 6.174Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Orlandinho dos Paes declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil, 1,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Guapiara (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.04687,8%
- PessoasR$ 28312,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.30663,9%
- PessoalR$ 73936,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Guapiara (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 22,1 por voto. Quem venceu, Neli Barros, gastou R$ 5,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 5,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Ze Luiz Pezao PSBR$ 3,2 mil · 29 votosR$ 109
- Mara Torquato DEMR$ 7 mil · 98 votosR$ 71,7
- Neide Looze PTR$ 2,9 mil · 54 votosR$ 53,9
- Juninho Sabino PSBR$ 13 mil · 264 votosR$ 50,3
- Andre Queiroz PTBR$ 4,5 mil · 145 votosR$ 30,7
- Paulinho PSBR$ 3,4 mil · 115 votosR$ 29,6
- Thais Domingues PTBR$ 2,7 mil · 123 votosR$ 22,1
- Ze Maria Do Sindicato PTR$ 3,6 mil · 169 votosR$ 21,2
- Miltinho Lara PTR$ 2,3 mil · 138 votosR$ 16,5
- Gilberto Benzedor PSBR$ 2,5 mil · 258 votosR$ 9,54
- Toninho Mineiro PPR$ 2,3 mil · 278 votosR$ 8,30
- Neli Barros PPR$ 2,2 mil · 401 votosR$ 5,51
Votos por real
- 2020, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.