Onivaldo Barris
nasceu em 1951
Onivaldo Barris se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2004–2012), PHS (2016), PSL (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 73 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Onivaldo Barris declarou R$ 183,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 3,7 mi, já descontada a inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Onivaldo BarrisR$ 183,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Lote rural 35-B/2 na gleba ribeirao colombo em maringa PRR$ 110,5 milTerreno rural
- Casa residencial em iguatemi distrito de maringaR$ 41,4 milCasa
- Veiculo marca chevrolet modelo blazer ano 2000R$ 24,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente caixa economica federalR$ 7.036Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Onivaldo Barris declarou ao TSE R$ 112 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Maringá (PR) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,9 mil41,8%
- Fundo eleitoralR$ 5.46821%
- Próprio bolsoR$ 4.48417,3%
- Outros candidatosR$ 3.47013,4%
- Fundo partidárioR$ 1.7176,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,3 mil50,1%
- ServiçosR$ 7.18631,9%
- PessoalR$ 2.95313,1%
- InternetR$ 1.0944,9%
- EscritórioR$ 2< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Maringá (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 62,2 por voto. Quem venceu, Delegado Luiz Alves, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabiano Batista PSDR$ 167 mil · 477 votosR$ 349
- Ademir Vanzo PTR$ 95 mil · 432 votosR$ 220
- Bia Correa PTR$ 97 mil · 939 votosR$ 103
- Vera Nogueira PTR$ 117 mil · 1.144 votosR$ 103
- Margot PTR$ 90 mil · 1.242 votosR$ 72,7
- Jeremias PLR$ 95 mil · 1.525 votosR$ 62,4
- Carlos Mariucci PTR$ 89 mil · 1.434 votosR$ 62,2
- Akemi Nishimori PSDR$ 181 mil · 3.045 votosR$ 59,5
- Mario Hossokawa PPR$ 82 mil · 1.813 votosR$ 45,2
- Alex Chaves MDBR$ 77 mil · 1.905 votosR$ 40,4
- Mario Verri PTR$ 107 mil · 3.766 votosR$ 28,4
- Delegado Luiz Alves PLR$ 69 mil · 5.488 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2024, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.