Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PROS

Onildo Miranda

Onildo Miranda da Silva · nasceu em 1955

Onildo Miranda se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSC2020PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSC (2008), PROS (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSCPROS2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Monte Alegre (PA)
    PROS 14· direita
    vice na chapa
  2. 2008
    Vereador · Monte Alegre (PA)
    PSC 20123· direita
    suplente740 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Onildo Miranda declarou R$ 287,3 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 287,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 287,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Onildo Miranda declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Monte Alegre (PA) · PSC · suplente

De onde veio

R$ 1.384
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.384
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre (PA), 2008

Mediana da disputa: R$ 30,2 por voto. Quem venceu, Anselmo, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 10,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luis Carlos PDTR$ 13 mil · 93 votosR$ 138
  • Zé Jorge PSCR$ 20 mil · 164 votosR$ 123
  • Ivo PTR$ 46 mil · 612 votosR$ 75
  • Zé Costa PTR$ 36 mil · 727 votosR$ 48,9
  • Rosinha Maranhão PTBR$ 46 mil · 1.157 votosR$ 39,9
  • Castelo PLR$ 30 mil · 989 votosR$ 30,7
  • Toca PLR$ 31 mil · 1.009 votosR$ 30,2
  • Jair PTR$ 13 mil · 488 votosR$ 25,8
  • João Branco PSCR$ 16 mil · 1.061 votosR$ 15,4
  • France Vasconcelos MDBR$ 14 mil · 940 votosR$ 14,8
  • Zé Maria PSDBR$ 26 mil · 1.763 votosR$ 14,6
  • Anselmo PTBR$ 27 mil · 2.521 votosR$ 10,5

Votos por real

  • 2008, vereador: 535 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.