Onilda
Onilda Elias Soares · nasceu em 1948
Onilda se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 72 anos, superior completo, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
- 2002Deputada federal · Minas GeraisPT 1366· centro-esquerdasuplente11.215 votos; 126º mais votada de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Onilda teve 11.215 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 126º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 205 cidades. Araxá deu 83,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Onilda declarou R$ 586,1 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 542,3 mil acima da inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- OnildaR$ 586,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Onilda declarou ao TSE R$ 258 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada federal: R$ 202 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Araxá (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.48266,9%
- Próprio bolsoR$ 4.24629,9%
- Outros candidatosR$ 4503,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 11,2 mil81,6%
- Material impressoR$ 2.52018,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Araxá (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 46,5 por voto. Quem venceu, Alexandre Irmãos Paula, gastou R$ 27,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 126; o mais barato, R$ 27,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Major Lemos MOBILIZAR$ 21 mil · 169 votosR$ 126
- Daniel Rosa PVR$ 41 mil · 417 votosR$ 97,6
- Taciana Almeida NOVOR$ 33 mil · 533 votosR$ 62,6
- Zezinho Da Aserpa PTR$ 21 mil · 359 votosR$ 57,9
- Emilio Castilho PLR$ 35 mil · 671 votosR$ 52
- Bosco Junior AVANTER$ 57 mil · 1.213 votosR$ 46,8
- Wagner Cruz DEMR$ 34 mil · 737 votosR$ 46,5
- Luiz Carlos PSLR$ 32 mil · 758 votosR$ 41,7
- Jairinho Borges DEMR$ 21 mil · 669 votosR$ 32,1
- Wellington Da Bit PSDR$ 30 mil · 954 votosR$ 31,2
- Adolfo Segurança AVANTER$ 22 mil · 714 votosR$ 30,8
- Alexandre Irmãos Paula PLR$ 23 mil · 824 votosR$ 27,4
Votos por real
- 2020, vereadora: 27 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 22 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 84 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 180 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.