Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSDB

Omar Sabbag Filho

nasceu em 1953

Omar Sabbag Filho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2010PSDB2014PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSDB.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPSDB2008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 60 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Paraná
    PSDB 45245· centro-direita
    suplente7.963 votos; 148º mais votado de 738 no estado
  2. 2010
    Deputado federal · Paraná
    PSDB 4567· centro-direita
    suplente14.477 votos; 70º mais votado de 265 no estado
  3. 2008
    Vereador · Curitiba (PR)
    PSDB 45080· centro-direita
    eleito5.498 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Omar Sabbag Filho teve 7.963 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 148º lugar entre 738 candidatos.

Recebeu votos em 112 cidades. Curitiba deu 85,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.

7.963 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 7.963 votos.
  1. Curitiba (PR)6.795 votos85,3%
  2. Prudentópolis (PR)111 votos1,4%
  3. São José dos Pinhais (PR)93 votos1,2%
  4. Pinhais (PR)81 votos1%
  5. Colombo (PR)78 votos1%
  6. Outras 97 cidades441 votos5,5%
As outras 1 eleições para deputado
14.477 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 14.477 votos.
  1. Curitiba (PR)11.598 votos80,1%
  2. Paranaguá (PR)249 votos1,7%
  3. Campo Largo (PR)188 votos1,3%
  4. Colombo (PR)147 votos1%
  5. São José dos Pinhais (PR)147 votos1%
  6. Outras 254 cidades1.248 votos8,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Omar Sabbag Filho declarou R$ 268,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 22,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 268,6 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 138.500 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2014.

  • Omar Sabbag FilhoR$ 268,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 113,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 268,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Omar Sabbag Filho declarou ao TSE R$ 799 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 375 mil, 2,7% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Paraná · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 375 mil
2,7% veio de fundos públicos; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 375 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 108,6 mil28,9%
  2. PartidoTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 96 mil25,6%
  3. Próprio bolsoR$ 42,8 mil11,4%
  4. Outros candidatosR$ 10,2 mil2,7%

Para onde foi

R$ 374,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 374,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal42 pessoas, não nomeadasR$ 98,8 mil26,4%
  2. InternetTudo de Green Marketing Digital EireliR$ 60,3 mil16,1%
  3. ServiçosTudo de Rsm Comercio De Equipamentos Eletronicos Ltda - MeR$ 54,7 mil14,6%
  4. TransporteR$ 12 mil3,2%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 10,8 mil2,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2014

Mediana da disputa: R$ 27,8 por voto. Quem venceu, Tiago Amaral, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,9; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 67 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.