Tito Odilon
Odilon Aparecido de Souza · nasceu em 1966
Tito Odilon se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Tito Odilon declarou R$ 308,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 37,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2024.
- Tito OdilonR$ 308,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 88,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um terreno com 300M2 financiado da caixa economica federal…R$ 192,9 milTerreno
- Um automovel fiat/doblo essence 7 l e ano 2018/2018PLACAS…R$ 76,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Galpao metalico construido em 2015R$ 27,6 milGalpão
- Um automovel vw/parati 1.6 1999/2000 placas iji…R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupanca da caixaR$ 618Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tito Odilon declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Capivari de Baixo (SC) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.28185,7%
- PessoasR$ 54714,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.64155,1%
- InternetR$ 79226,6%
- Material impressoR$ 54518,3%
- EscritórioR$ 20,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Capivari de Baixo (SC), 2024
Mediana da disputa: R$ 65,6 por voto. Quem venceu, Cariny Figueiredo, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.154; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Karina Constantino REPUBLICANOSR$ 10 mil · 9 votosR$ 1.154
- Brenda Serafim Alves MDBR$ 11 mil · 14 votosR$ 785
- Maira De Souza MDBR$ 11 mil · 20 votosR$ 550
- Heloisa Cabral MDBR$ 11 mil · 22 votosR$ 500
- Wanei Fernandes PSDR$ 12 mil · 132 votosR$ 87,2
- Arthur Michels Do Esporte REPUBLICANOSR$ 20 mil · 301 votosR$ 65,6
- Ricardo Gomes Da Barbara PLR$ 7,7 mil · 121 votosR$ 63,3
- Heloisa Cardoso MDBR$ 11 mil · 315 votosR$ 34,7
- Felipinho PSDBR$ 5,9 mil · 314 votosR$ 18,8
- Marcelo Muraro AGIRR$ 8,3 mil · 484 votosR$ 17,2
- Cariny Figueiredo REPUBLICANOSR$ 7,9 mil · 510 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2024, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.