Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Odilon Chagas Munhoz

nasceu em 1961

Odilon Chagas Munhoz se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PDT2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PDT 12612· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    PDT 12612· centro-esquerda
    suplente203 votos
  3. 2012
    PDT 12612· centro-esquerda
    suplente149 votos
  4. 2008
    PDT 12612· centro-esquerda· na urna, Odilon
    eleito181 votos
  5. 2004
    PDT 12612· centro-esquerda· na urna, Odilon
    eleito174 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Odilon Chagas Munhoz declarou R$ 262,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 111,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 262,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 182.500 na declaração)

Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Odilon Chagas MunhozR$ 262,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 262,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Odilon Chagas Munhoz declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cerro Grande do Sul (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 235
72% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 235.
  1. Fundo partidárioR$ 17072,3%
  2. Próprio bolsoR$ 6527,7%

Para onde foi

R$ 65
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 65.
  1. Material impressoR$ 4265,2%
  2. EscritórioR$ 2334,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Grande do Sul (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Claudia, gastou R$ 18,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 18,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Carla Regina PSLR$ 4,4 mil · 28 votosR$ 158
  • Odete PSLR$ 4,6 mil · 40 votosR$ 115
  • Francielli PSLR$ 5 mil · 55 votosR$ 91,6
  • Preta Do Baiano PPR$ 5,4 mil · 82 votosR$ 65,4
  • Guga PSLR$ 4,6 mil · 95 votosR$ 48,4
  • Negão PSLR$ 4,5 mil · 122 votosR$ 36,7
  • Tutuca PSLR$ 4,6 mil · 126 votosR$ 36,6
  • Ivo PSLR$ 5,4 mil · 159 votosR$ 33,8
  • Robson PSLR$ 4,5 mil · 143 votosR$ 31,5
  • Geraldo PSLR$ 4,7 mil · 202 votosR$ 23
  • Léo PSLR$ 4,5 mil · 240 votosR$ 18,8
  • Claudia MDBR$ 4,6 mil · 245 votosR$ 18,7

Votos por real

  • 2020, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.