Apuração
Vereador · 2016 · PODE

Odaci

Odaci Miranda dos Anjos · nasceu em 1971

Odaci se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PC do B2012PODE2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PC do B (2008), PODE (2012–2016).

VereadorPartidoPC do BPODE20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Souto Soares (BA)
    PODE 19999· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Souto Soares (BA)
    PODE 19999· centro-direita· na urna, Odaci do Campo Alegre
    eleito394 votos
  3. 2008
    Vereador · Souto Soares (BA)
    PC do B 65333· esquerda
    suplente222 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Odaci declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Souto Soares (BA) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 1.622
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.622.
  1. Próprio bolsoR$ 1.38085%
  2. PessoasR$ 24315%

Para onde foi

R$ 1.622
O maior gasto foi com material impresso: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.622.
  1. Material impressoR$ 1.34682,9%
  2. ServiçosR$ 24315%
  3. EscritórioR$ 342,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Souto Soares (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 18,1 por voto. Quem venceu, Kelvin, gastou R$ 9,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,7; o mais barato, R$ 9,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Joelita De Benjamin PPLR$ 6,8 mil · 103 votosR$ 65,7
  • Zil PTR$ 6,4 mil · 113 votosR$ 56,9
  • Mil PODER$ 6,7 mil · 142 votosR$ 47,5
  • Bruno PC do BR$ 8,1 mil · 261 votosR$ 31
  • Curujinha PSOLR$ 5,2 mil · 215 votosR$ 24,4
  • Samuel PDTR$ 6,5 mil · 268 votosR$ 24,1
  • Gugú De Zau PPLR$ 9,1 mil · 501 votosR$ 18,1
  • Gilvan PSDR$ 4,8 mil · 310 votosR$ 15,4
  • Calouro PSCR$ 5,2 mil · 419 votosR$ 12,3
  • Rafael CIDADANIAR$ 8,8 mil · 746 votosR$ 11,8
  • Mazinha PSDR$ 5,2 mil · 463 votosR$ 11,1
  • Kelvin PPR$ 8,1 mil · 847 votosR$ 9,57

Votos por real

  • 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.