Nuza de Píqui
Anuzia Nascimento Santos · nasceu em 1973
Nuza de Píqui se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008–2012), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, dona de casa, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nuza de Píqui declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 11,7 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nuza de Píqui declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 3,3 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · São Francisco (SE) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.18667,3%
- PessoalR$ 55217%
- Material impressoR$ 2838,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1845,7%
- EscritórioR$ 451,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, São Francisco (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Iza De Djhô, gastou R$ 21,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.019; o mais barato, R$ 21,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elívia De Maria Do Picolé MDBR$ 7,1 mil · 7 votosR$ 1.019
- Dane De Deja MDBR$ 7,1 mil · 23 votosR$ 308
- Jane Do Assentamento MDBR$ 5,7 mil · 25 votosR$ 226
- Gilmaria De Angenalda PSDR$ 4,6 mil · 70 votosR$ 65,6
- Ede De Enoque MDBR$ 7,1 mil · 180 votosR$ 39,3
- Dario Amigão MDBR$ 7,9 mil · 219 votosR$ 35,9
- Sargento Felipe MDBR$ 6,3 mil · 187 votosR$ 33,5
- Suelliton De Elízia MDBR$ 7,2 mil · 240 votosR$ 30,2
- Berinho Fedorento Roberio PSDR$ 4,6 mil · 155 votosR$ 29,4
- Célia De Márcio MDBR$ 7,3 mil · 291 votosR$ 25,2
- Marreta Gilvanio PSDR$ 4,6 mil · 203 votosR$ 22,6
- Iza De Djhô MDBR$ 7,5 mil · 358 votosR$ 21,1
Votos por real
- 2020, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 3 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 74 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.