Novinho
Claudemir Alves Nogueira · nasceu em 1978
Novinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Novinho declarou R$ 208 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 157,8 mil acima da inflação.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- NovinhoR$ 208 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Novinho declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jateí (MS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.00455,9%
- PessoasR$ 79244,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.45781,2%
- OutrosR$ 19410,8%
- Material impressoR$ 1448%
Quanto custou cada voto: vereador, Jateí (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,1 por voto. Quem venceu, Edison Paz, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 343; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gisele PSDBR$ 3,8 mil · 11 votosR$ 343
- Hilda Quelé PSDBR$ 3,8 mil · 28 votosR$ 135
- Lucas PSBR$ 3,8 mil · 57 votosR$ 66,2
- Vilmar PATRIOTAR$ 3,8 mil · 99 votosR$ 38,1
- Rozangela Dias PPR$ 4 mil · 115 votosR$ 34,9
- Suzi Manfré PLR$ 4,2 mil · 151 votosR$ 27,7
- Roseno PSDBR$ 3,8 mil · 157 votosR$ 24,1
- Jeovani PSDBR$ 5 mil · 249 votosR$ 20
- Nézinho MDBR$ 3,8 mil · 191 votosR$ 19,8
- Tingo PSBR$ 4,2 mil · 233 votosR$ 18,1
- Robinho PSDBR$ 4,1 mil · 292 votosR$ 14
- Edison Paz PSDBR$ 4 mil · 381 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.