Ricardo Novelli
Jose Ricardo Novelli · nasceu em 1965
Ricardo Novelli se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2002), PTB (2004), PSB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
- 2002Deputado federal · São PauloPDT 1288· centro-esquerda· na urna, Novellisuplente19.093 votos; 157º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Ricardo Novelli teve 19.093 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 157º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 216 cidades. Catanduva deu 74,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ricardo Novelli declarou R$ 199,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Ricardo NovelliR$ 199,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Novelli declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Catanduva (SP) · PSB · não eleito
De onde veio
- EmpresasR$ 10,8 mil30,3%
- PessoasR$ 10,2 mil28,5%
- Próprio bolsoR$ 8.66424,3%
- Outros candidatosR$ 4.39112,3%
- PartidoR$ 1.6254,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 14,3 mil40%
- Material impressoR$ 10,4 mil29,2%
- TransporteR$ 7.73921,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.6254,6%
- ServiçosR$ 1.6254,6%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Catanduva (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 36,7 por voto. Quem venceu, Luis Pereira, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,1; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marquinhos Ferreira PTR$ 62 mil · 925 votosR$ 67,1
- Cidimar Porto MDBR$ 69 mil · 1.056 votosR$ 65,7
- Vanir Da Apae PSDBR$ 47 mil · 740 votosR$ 63,8
- Amarildo Do Sindicato PTR$ 61 mil · 982 votosR$ 62,5
- Paula Carnelossi PTR$ 46 mil · 869 votosR$ 53,2
- Onofre Baraldi PDTR$ 54 mil · 1.330 votosR$ 40,7
- Vado PTR$ 37 mil · 995 votosR$ 36,7
- Careca Da Vila São Vicente PDTR$ 50 mil · 1.400 votosR$ 36
- Wilson Paraná PTR$ 44 mil · 1.273 votosR$ 34,8
- Nilton Candido PTBR$ 46 mil · 1.547 votosR$ 30
- Marcos Crippa PTBR$ 42 mil · 1.557 votosR$ 27,2
- Luis Pereira PSDBR$ 61 mil · 2.613 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 1.503 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.