Nono
Reginaldo Jose de Amorim · nasceu em 1973
Nono se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nono declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- NonoR$ 53,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Nono declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Mesquita (MG) · PSC · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 1.12576,5%
- Outros candidatosR$ 18512,6%
- Próprio bolsoR$ 1077,3%
- PessoasR$ 543,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.36392,7%
- Material impressoR$ 1077,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 39,9 por voto. Quem venceu, Agnaldo, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Bazil PTR$ 3,1 mil · 29 votosR$ 105
- Vilma Vieira PTR$ 3,6 mil · 37 votosR$ 97,7
- Paulo Toto DEMR$ 4,3 mil · 56 votosR$ 77,3
- Oswaldo CIDADANIAR$ 5,3 mil · 96 votosR$ 55,7
- Vinicius Queiroga Araujo PSDBR$ 5,4 mil · 126 votosR$ 42,5
- Flavio PTR$ 4,4 mil · 104 votosR$ 41,9
- Marquinho Do João Do Primo REPUBLICANOSR$ 4,7 mil · 119 votosR$ 39,9
- Romilda Duarte CIDADANIAR$ 5,2 mil · 153 votosR$ 34,3
- Tim PVR$ 3,7 mil · 116 votosR$ 32,1
- Edivaldo MDBR$ 4,4 mil · 169 votosR$ 25,8
- Marcinho Da Marta PTR$ 4,4 mil · 171 votosR$ 25,6
- Agnaldo CIDADANIAR$ 3,4 mil · 227 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.